Golaço
O Botafogo anunciou há pouco que o Ministério dos Esportes aprovou seus projetos para investimento em esportes olímpicos (natação, remo e polo aquático), como manda a Lei de Incentivo ao Esporte.
Em muito breve resumo – até porque pretendo um dia voltar ao tema -, vou explicar como funciona essa lei.
Visando desenvolver o esporte nacional, o Governo Federal permite a quem fizer investimento nessa área o abatimento do total aplicado no cálculo do Imposto de Renda.
Logicamente, há uma série de condições a serem atendidas e a principal delas é a aprovação de um projeto detalhado pelo Ministério dos Esportes. Depois de feito o pedido, um processo administrativo é aberto e o clube só não obtém a aprovação se não forem atendidos os requisitos da lei.
No Rio, como diz a notícia, fomos pioneiros. Mas o triste é que no Brasil, estamos muito atrás. Para se ter uma ideia, a Academia de Jovens e o REFIS do São Paulo foram construídos com recursos obtidos por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.
Para quem tiver curiosidade, o nº. do processo de esportes aquáticos é 58701.001870/2009-25 e o seu andamento pode ser conferido aqui.
Enfim, sem qualquer pretensão de criticar, penso que é hora de olhar para frente e registrar que os trabalhos do sr. Miguel Angelo da Luz começam a sair do papel. Viva!



Na verdade, só gosto dessa idéia se transformarmos esse “patrocínio” em benefício ao futebol.
Não sei se sou quadradão ou “sem visão”, mas não há como alavancar o clube através de esportes olímpicos.
Só o futebol traz retorno…
O exemplo do SP é animador.
Acho que o beneficio viria do fato de não termos de usar verba do futebol para esportes olimpicos. Não que hoje usemos muito (vide-se o estado em se encontram o Mourisco-Mar e o Remo), mas quanto menos sair do futebol pra cobrir outros custos, melhor!!