Guilherme Figueira
Nunca será!
Loco só tem um, Neymar…
DEUS É DEUS!
Enfim, Deus está no lugar dele! Parabéns, Deus! Você merece e muito!
E o Botafogo volta a estar onde sempre esteve!
Desesperar jamais.
Antes da bola rolar, uma bela apresentação do Mago. Emocionado, ele parecia não acreditar que estava de volta. Esse aí entendeu o sentido de ser escolhido, o verdadeiro sentido do que é ser Botafoguense. Seja bem-vindo de volta, Mago! E faça a diferença!
Depois, o que vimos foi mais um empate na conta do Fogão. O sexto em onze jogos, o que nos custou entrar na zona maldita. No entanto, não vejo motivos para desespero. O Botafogo foi bem melhor do que o adversário hoje. Por falta de capricho ou de sorte, não saímos de campo com uma vitória. Isso jogando contra o até então líder do campeonato, o que prova que realmente não estamos nada longe, em termos técnicos, dos times que estão na outra ponta da tabela.
O primeiro tempo do Botafogo foi ótimo. Para ser excelente, faltou somente o gol. Nunca achei que falaria isso, mas a escalação de início do Meu Relíquia, Edno, foi uma bela cartada do Papai. Como sempre disse o Lucas Habib, companheiro aqui de blog, o Edno deveria ser testado na vaga do Loco. E deu certo, na medida do possível (se ele fosse melhor tecnicamente, teria dado mais certo ainda). A zaga estava bem postada e o Leandro Guerreiro, que fez boa partida, anulava o Conca. No entanto, o grande destaque, principalmente pelo posicionamento tático, foi Somália. Se fosse um pouquinho melhor com a bola nos pés, seria o novo Ramires (se bem que o verdadeiro novo Ramires, Elizeu, ainda não estreou…).
No segundo tempo, aconteceu o que eu temia, com o muricy ajeitando o time, e o fluminenC voltou mais perigoso. Quase marcou o primeiro num lance que começou numa furada do Herrera. Mas, quem diria, na cobrança de tiro de meta, Deus errou e as meninas abriram o marcador. Sim, até Deus erra. Durante os dez, quinze minutos depois, o Botafogo se perdeu. Papai Joel fez as mudanças mais do que previstas: Caio no Fahel e Cajá no Lúcio Flávio (que saiu vaiado por pura birrinha da torcida, porque estava muito bem no jogo). Aí achamos um gol e voltamos a jogar bem. E aí, veio a tal falta de sorte ou capricho, que impediu a virada – que seria merecidíssima.
Domingo que vem pegamos o vitória no barradão, muito provavelmente com o time reserva deles, já que é um jogo entre as finais da copa do brasil. Uma ótima oportunidade de trazer 3 pontos, ainda mais porque devemos contar com a reestreia do Mago.
Como é o segundo jogo que empatamos jogando melhor do que o adversário, não há motivos para desespero.
Pelo menos por enquanto.
Latida 1 – Cachorrada, seja mais paciente! O Lúcio Flávio jogou bem hoje. Deu uns 3 ou 4 ótimos passes para gol, mas como não saiu o gol, os passes acabaram esquecidos.
Latida 2 – Papai, que tal o Danny Moraes de titular no lugar do sempre substituído Fahel? Ele esteve bem hoje.
Latida 3 – O lateral recebe a bola, dá um balão no adversário, deixa o mesmo adversário no chão, dribla mais um, dá um drible da vaca e…sai com bola e tudo. Se tivesse completado o lance, seria o Nilton Santos, e não o Alessandro!
Latida 4 – Como bate e é esquentadinho esse time do fluminenC. O rodízio de faltas do primeiro tempo foi terrível. E todo lance de falta vira um evento, como disse o Marcelo, com eles se jogando, empurrando, cercando…enfim, típico time do muricy, ex-futuro técnico da seleção, ainda bem.
Latida 5 – O Joel reclamou, o Presidentista reclamou. Só que, sinceramente, não culpo a arbitragem pelo jogo de hoje. Ela foi confusa, mas não decisiva. Talvez o Somália não merecesse ser expulso. Mas não foi o juiz quem cobrou o tiro de meta errado ou perdeu tantos gols.
Água na caipvodka.
Elas estão mais chiliquentas do que nunca: além de serem líderes do campeonato (se minha memória não falha, não lideram o brasileiro desde 99, quando jogaram a TERCEIRA divisão), ainda seguraram o treinador que, após tantos anos treinando times femininos, não teve coragem de treinar uma seleção masculina. O fato é que elas estão impossíveis e certamente estarão presentes em bom número no Engenhão, com seus mosaicos, pulseirinhas, maquiagem e outros bibelôs.
E do lado do Botafogo? Se os últimos jogos 7 jogos foram sem vitória, ao menos os últimos episódios nos dão esperança de dias melhores e, em consequência, motivos para ir ao nosso estádio amanhã. Aliás, como é nosso estádio, esse é o primeiro grande motivo para estarmos lá. Fora isso, amanhã terá festa pela volta do Mago e de Loco Abreu, o maior batedor de pênaltis do mundo. E ainda jogaremos motivados por um empate heróico contra o palmeiras e jogaremos contra um conhecido freguês nosso.
Ao contrário do que muitos na imprensa andam dizendo, não acho o fluminenC um time acima da média não. Se anularmos o conca (que contra Nós, costuma se anular sozinho) e botarmos os pontas (que falta faz o Jóbson…) nas costas dos laterais deles, impedindo seus avanços, é meio caminho andado pra vitória. Mas para isso, o time precisa contribuir, caprichando nas finalizações e com um Lúcio Flávio muito mais ligado do que tem andado. Se o Fahel se machucar na concentração hoje (vai que um aparelho de DVD cai no pé dele) então, cravo uma goleada do Fogão.
Amanhã é dia de botar água na caipvodka delas. Porque, afinal, menina não bebe chopp.
Ele voltou.
Se Jefferson quiser, hoje vai ser o dia da virada do Botafogo: Mago oficialmente de volta, novo patrocinador no Engenhão (postos Ale) e uma bela vitória em são paulo.
Amém.
Não comecem, por favor.
Pronto, começou de novo a mania alvinegra de colocar a culpa na arbitragem pelas derrotas. Que mania detestável essa da cachorrada: mesmo tendo um pedigree apurado, insiste em se achar vira-lata. Complexozinho que insistimos em sustentar há alguns anos.
Não estou aqui defendendo o péssimo nível das arbitragens, vide a Copa do Mundo. Não estou aqui defendendo a péssima atuação dos homens de preto ontem. Mas não consigo aceitar em transferirmos a culpa sempre para eles.
Se o Botafogo joga em casa contra um clube da segunda divisão do campeonato paulista, tem que meter seis. Se o juiz anular um ou deixar de marcar um pênalti, ainda sobram uns cinco gols. Além do quê, não foi o juiz que treinou o Botafogo por 40 dias e, paradoxalmente, não conseguiu ter uma jogada treinada sequer. Não foi o bandeirinha que escalou Alessandro e Leandro Guerreiro, que já deveriam estar jogando em nosso time de showball, ou deu conselhos pro Caio se tacar em todos os lances. Também não foi o quarto árbitro que não se preocupou em contratar um volante ou um zagueiro, por achar que os que estão no clube são ótimos, pois não tomaram gols do Resende, Bangu e tomaram só um do potente América.
Então, não comecem. Por favor.
Diebete Mellitus.
O goleiro dá no lateral, que estica na frente pro ponta. O ponta volta o jogo pro meia, que toca de lado pro cabeça-de-área que, por sua vez, dá no outro volante. Esse aí dá no lateral do outro lado, que estica mais uma vez à frente pro outro ponta. E aí, tudo se repete, no sentido inverso.
E isso parece ter sido tudo o que o Botafogo treinou (???) nesses 40 dias. Claro que nem no jogo essa jogada ensaiada (???) deu tão certo, pois o que mais aconteceu foi alguém errar um passe no meio do caminho. Ah, e de vez em quando ainda tinha uma outra variação (???) da jogada: a bola alçada na área, procurando um atacante que está no Uruguai, mas não avisaram aos jogadores.
Do outro lado, um adversário fragilizado, moral e tecnicamente, com um time recheado de jogadores de nome duplo que nunca ouvimos falar. Jogo perfeito para quebrar um incômodo tabu de dez anos e afundar ainda mais a mulambada na crise. Até porque a paz reinava em General Severiano. Jóbson e Maicosuel de volta, ótimos treinos (???) no recesso, Loco disseminando o orgulho de ser Botafoguense pelo mundo.
Mas não.
O Botafogo é diabético. Não pode ficar num céu de brigadeiro de jeito nenhum.
Latida 1 – precisamos de um volante e um zagueiro, urgentemente. Algum leitor aí se habilita? Tá facinho, facinho ganhar a vaga.
Latida 2 – o “Meu Relíquia” Edno conseguiu o que parecia impossível: me deu uma baita saudade do Lagosta Victor Simões.
Latida 3 – Papai Joel, se você pegar o regulamento, vai ver que “triangulação”, “bola enfiada”, “jogada de ultrapassagem” e “um-dois” são permitidos.






