Lucas Habib
Politicagem
É isso mesmo?
Prefiro acreditar que o Marcelo Damato entendeu errado o que sua fonte lhe disse.
Porque, sendo verdade, é muito triste pensar que há gente ligada a política do Botafogo pensando que profissionalização é ruim.
É ruim no Botafogo, mas é boa no Inter, no São Paulo, no Manchester, no Barça….
Qual seria o modelo de gestão a ser adotado?
O da administração Rolim? Mauro Ney?
Só falta quererem acabar com o dpto. de marketing – única fonte de receita estável nos últimos 2 anos – ou colocarem o próprio presidente como vice e gerente de futebol.
Quero deixar claro aos que nos acompanham que o blog não tem posicionamento político, mas a opinião deste que vos escreve agora é totalmente PRÓ BOTAFOGO. E me parece muito claro e até mesmo óbvio que a profissionalização será a única forma de tirar o clube do buraco financeiro e administrativo.
E esse é um dos pontos altos da atual gestão. Se não a profisisonalização total e/ou ideal, ao menos a tentativa de.
Gostaria muito que a discussão das próximas eleições fosse o modelo de gestão (profissionalização) e não “se” ela irá acontecer.
É carnaval!
Se o time não tem nos dado motivos para festas, curtamos o carnaval ao som dos sambas compostos por nossos torcedores.
Confesso que me surpreendi. Até mesmo aquele que não gosta de samba, ou samba enredo, será capaz de se emocional. Afinal, o tema é o nosso Fogão e os “caras” mandaram realmente bem.
Parabéns a todos. Certamente merecem mais público para ouvi-los do que os poucos torcedores que – fatalmente – estarão presentes no sábado, 09/03/11, às 14:00 hs, no Niltão, antes de Bota x Voltaço.
Papai moderno, mas nem tanto.
Papai Joel prometeu uma escalação mais ofensiva.
Será sinal de novos tempos ou apenas uma constatação de que a fragilidade do adversário permite um “teste”, como ele preferiu chamar sua ousadia?
Sinceramente, por incrível que pareça, fico com a 1º opção, embora a obrigação de vitória por 2 gols de saldo contra um adversário inexpressivo seja evidente.
Oportunidade perfeita para Joel, que ainda ganharia 10 dias para treinar o time.
Mas como nem tudo é perfeito – e perfeito nesse caso seria a escalação de um time com 2 zagueiros e 2 meias -, acredito que Joel optará pelo meio termo. Nesse caso, a escalação de hoje será:
Deus
Pirulito, Tonhão e Caveirão
Presidente, Mancha, Coala, Cajú e Éverton
Herrera e Loco
Joel escalando 2 meias desde o início do jogo?
Só se um deles for improvisado.
Joel abrindo mão de um dos seus 3 zagueiros desde o início do jogo?
Só em situações excepcionais – como ele mesmo admitiu após o último empate contra os “urubú”. Ou se puder improvisar um de seus cabeças de área como falso terceiro defensor. Algo que tende a acontecer com Arévalo (que finalmente estreou na última partida).
Embora tenha escrito isso tudo aí, espero – rezo e torço – para que eu esteja errado e ele nos surpreenda jogando com 2 zagueiros e 2 meias, sem improvisos, com a manutenção de Azevedo.
Saída do Joel: uma meia verdade
Com a chegada de Jeferson (que aliás, parece jogar muito pelo DVD), já são 5 meias no elenco – Mago, Cajá, Éverton, Fabricio e Jeferson -.
Tá explicado porque Joel pode sair em maio.
Mais do mesmo ou tudo novo?
Engraçado esse tal de Papai Joel.
Será mesmo que foi apenas o “esporro” dado por Locão (ídolo!) Abreu que o vez mudar a convicção tática ou ele estava esperando o momento certo para adaptar o esquema de jogo?
Agora, isso pouco importa. Mas que vimos um Botafogo diferente no clássico de hoje, isso vimos.
A começar pela escalação, que privilegiou a surpresa do elenco até o momento: Bruno Thiago.
Até hoje tinha gostado do futebol dele, mas a dúvida pairava, motivada, principalmente, pelo fato dele não ter sido aproveitado por mais do que 30m no Brasileiro do ano passado.
Ora, como e por que um bom jogador não fora aproveitado mesmo estando no elenco?
Essa resposta só Papai tem, mas que ele é bom isso é. E parece ser muito!
O Botafogo do primeiro tempo jogou no esquema 3-2-2-2-1
Pirulito, Tonhão, Caveirão,
Coala, Marcelo Matos
Presidente, Varejão,
Herrera, Cajá
Loco
Com a expulsão (injusta) do Capitão, Joel tirou o inútil João Felipe e colocou o correto Arévalo para proteger a zaga, como um falso terceiro zagueiro. O resto do time continuou como estava, ou seja, jogando muito bem.
Principalmente Cajá. FINALMENTE. Particularmente, sempre acreditei que ele pudesse dar certo, mas ele errava muito durante os jogos. Errava porque tentava sempre as jogadas mais interessantes, mas errava.
Agora começou a acertar. Que continue assim. Para o bem do Botafogo, para o bem do futebol.
O resto todos vimos.
Um juiz confuso. Fred enciumado com a genialidade do Locão. Herrera voltando a ser Herrera…
Deus – Mesmo após um primeiro tempo ruim, com duas saídas em falso e uma falha em gol, recuperou-se no segundo tempo e foi simplesmente o que ele é: Deus. Obrigado por existir!!!
João Filipe – Decida se quer ser zagueiro, cabeça de área, meia, atacante. Depois nós conversamos.
Tonhão – Muito bem, como sempre.
Caveirão – Falem mal, mas falem dele. Eu acho um ótimo zagueiro. Bom posicionamento e bom na bola aérea. Precisamos de mais?
Presidente – Em clássicos sempre surpreende. Ou é expulso, ou joga bem. Jogou bem!
Márcio Azevedo – Abaixo fisicamente, mesmo assim bom. Será destaque ao longo da temporada.
Bruno Thiago – Se continuar assim será ídolo.
MM – ídolo. Injustamente expulso. Era falta pra cartão amarelo apenas.
Cajá – O nome do jogo. Se continuar assim será ídolo. (alguém sentiu falta do Lúcio Flávio?)
Herrera – É por isso que é titular. Quando precisamos, corresponde.
Loco – Só Cavallieri não sabia que ele faria a cavadinha de novo. Por isso é ídolo, por isso eu amo ele!
Arévalo – Correto.
Somália – Esqueceu o futebol na DP. Voltará a ser Somália.
Éverton – Espero que seja apenas falta de ritmo….
Rapidinhas
Retirado do Fogaonet:
“Terça-feira, 14 de dezembro de 2010 – 14h27min
Cobiçado pelo Botafogo, Elias vai para o Atlas (jogará com Lucio Flavio)
O meia Elias, do Atlético Goianiense, foi emprestado ao Atlas, do México, por um ano.
O jogador, que já atuou pelo São Paulo, Vasco e Fluminense, fez um bom Campeonato Brasileiro pelo time goiano, chegando até a disputar a artilharia da competição.
O Atlas aparece em antepenúltimo lugar no campeonato local e está ameaçado de ser rebaixado para a 2ª divisão.
Fonte: Terra”
1 – Nem o Atlas acha que Lúcio Flávio resolverá os problemas do meio campo sozinho;
2 – Lúcio Flavio é muito bom – como dizem muitos por aí -, mas foi contratado por um clube que briga para não cair em um campeonato de 3º linha;
3 – Elias já jogou no fllor, wasco e sampa? Sério? Nunca tinha visto…
Já vai, já?
Passarinho que está sobrevoando GS sente “cheiro” de fim de linha pro nosso menino travesso….
Para reflexão
Peço licença a Ricardo Baresi, jornalista responsável pela “única agência de notícias sobre o Botafogo na internet” e transcrevo, abaixo, seu último editorial.
Editorial do VA
Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
RITUAL DE ANTROPOFAGIA
PERSEGUIÇÃO A LUCIO FLAVIO E FAHEL
SÓ FARÁ PREJUDICAR TIME NA RETA FINAL
O Botafogo faz a melhor campanha no Campeonato Brasileiro desde a volta à Primeira Divisão. Está no topo da tabela faltando sete rodadas para o término com possibilidade de título e vaga uma vaga na Copa Libertadores da América. Mesmo assim, uma parte da torcida insiste em não dar trégua a dois jogadores: Lucio Flavio e Fahel. Sem percepção suficientemente inteligente de que o elenco não tem outro apoiador e que o camisa 10 não tem a mesma característica de Maicosuel. Além de não querer perceber – seja de modo intencional ou não – o fato de o treinador fazer a equipe jogar com um setor de meio-campo onde ele é o responsável sozinho pela armação das jogadas.
Lucio Flavio não é um craque. Longe disso. Mas tem duas habilidades raras no futebol corrido e cheio de contato que se joga na atualidade. Dificilmente erra passes e tem no lançamento em linha reta, em profundidade, o melhor fundamento. O fato, porém, não serve para resolver todos os jogos. Ele não pode assobiar e chupar a cana ao mesmo tempo. E ainda fica no sacrifício tendo de armar pelos dois lados do campo. Nos times que jogam com dois apoiadores, cada um cuida de um setor. O desgaste é nitidamente menor. À época de Zé Roberto e depois Carlos Alberto, o rendimento de Lucio Flavio era outro. Havia divisão de responsabilidade. O adversário tinha dois a marcar.
Se o Botafogo abre vantagem o primeiro a receber marcação individual é Lucio Flavio. O raciocínio é simples. Mandando marcá-lo, o técnico adversário sabe que acaba com 80% do poder de criatividade do time alvinegro. Mais: o elenco não dispõe de outro melhor. Como então entender as sistemáticas vaias a ele endereçadas? A que interessara? Ao Botafogo certamente que não. Porque, aos poucos, vão minando a sua confiança. Aos adversários certamente porque passam a jogar com 11 contra 10.
A minoria que vem vaiando Lucio Flavio sistematicamente deveria fazer uma reflexão. Afinal, faltam tão somente sete rodadas para o final do campeonato e o Botafogo segue firme na busca dos objetivos. Então, vamos ajudar ao time o deixando trabalhar em paz. O caso de Fahel é o mesmo. Chegando à raia do absudo contra o Vitória. Logo ao entrar e tocar na bola pela primeira vez foi vaiado. O cúmulo da intolerância. Aliás, intolerância é algo que parte da torcida vem cultuando há anos. E intolerância não faz bem a ninguém.









