Late Cachorrada!


Finanças – A Aliança explica

sexta-feira, 5 de março de 2010 - Postado por Marc Guerin

Post enviado por Gustavo Hallal, botafoguense camisa 9 da pelada de quinta-feira no Federal. Ele quer tirar algumas dúvidas sobre as finanças do Glorioso, que com certeza são compartilhadas por muito alvinegros. Tentaremos abaixo responder com o melhor de nosso conhecimento.

Nota: A Aliança Alvinegra não se responsabiliza pelo conteúdo dos posts de colaboradores. São posts que achamos interessantes, relacionados ao blog e que representam a voz de nossos usuários. Os textos postados são publicados na íntegra, sem qualquer edição. As opiniões postadas são de exclusiva responsabilidade do autor e nem sempre refletem a opinião da Aliança Alvinegra.

————————– Finanças

Gostaria de propôr um tema do qual não tenho quase conhecimento do Botafogo! Gostaria assim de esclarecer para mim e para quem mais estiver interessado nesse tema.

- Como funciona a CPE para o Botafogo? Claro que nenhum empresário investe dinheiro para perder. Eles compram o jogador para o Botafogo e ganham dinheiro na venda. Mas como fica o Botafogo nesse história? Leva parte do dinheiro e serve como vitrine? O Botafogo decide quando vender seus jogadores? Ou funciona como a Traffic que vendeu o Maicossuel contra a vontade do Botafogo?

Aliança Alvinegra: A CPE é formada por investidores, em tese botafoguenses. É uma sociedade constituída para investir em jogadores de até 25 anos e colocá-los exclusivamente no Botafogo. Toda decisão (de compra ou de venda) é tomada por um comitê do qual fazem parte representantes do Botafogo e da própria CPE. A MFD presta consultoria a esse comitê, analisando o mercado, oferecendo jogadores, etc. Então, é uma parceria entre a CPE e o Botafogo e ambos têm um percentual na venda dos jogadores. Logicamente, como a CPE  é a investidora, ela fica com a maior parte da venda.

A Traffic propõe uma estrutura distinta. Eles têm um clube próprio e, salvo engano, todos os seus jogadores são registrados nesse clube e emprestados a outros, muitas vezes o Palmeiras. Então, assim, basta o Deportivo Brasil (leia-se Traffic) decidir pela venda, que o jogador é vendido. É possível, juridicamente, negociar o empréstimo colocando cláusula que o próprio clube deve autorizar uma transação ou, ainda, terá alguma participação na venda (como foi o caso do Mago), mas acredito que eles não devem ser tão fáceis nessa hora…

- O Botafogo lucra quanto com o aluguel do Engenhão por jogo?

Aliança Alvinegra: De acordo com o site Primeira Mão do Globo.com (http://colunas.globoesporte.com/primeiramao/2010/01/08/botafogo-fecha-proposta-para-alugar-o-engenhao-para-jogos-de-outros-clubes), o aluguel do Engenhão custa R$ 5 mil por jogo e mais uma quantia de quadro móvel, que varia conforme o público esperado para a partida: até 10 mil torcedores seria de R$ 10 mil; de 10 a 25 mil o valor é de R$ 20 mil; e acima de 25 mil seria de R$ 35 mil. Neste valor estão incluidos iluminação, apoio ao controle de acesso, segurança, manutenção e limpeza, orientação do público e ambulâncias.

Com relação às receitas de estacionamento, o locatário ficará com 80% do arrecadado e o Botafogo com 20%. Já no tocante ao consumo de bar, o Botafogo fica com boa parte. Eles estabeleceram que o torcedor médio gasta R$ 0,40 nos bares. Então, esse valor será multiplicado pelo público presente e o resultado será dividido da seguinte forma: 60% para p clube mandante e 40% para o Botafogo. Só que com a implementação de todos os bares e restaurantes, particularmente acredito que essa média de R$0,40 está bem abaixo da realidade. Então, no final das contas, acredito que o Botafogo ficará com grande parte dessa receita.

O aluguel inclui ainda o uso do telão para inserções comerciais e 10 camarotes para comercialização do clube mandante.  Não sei como se dá a divisão pelas receitas das placas de publicidade.

- As categorias de base são protegidas? Os jogadores são do próprio Botafogo? Como funciona isso hoje em dia?

Aliança Alvinegra: Hoje todo o jogador de futebol fica preso a um clube por meio de uma multa. Pagando essa multa, o contrato está rompido e o jogador pode ir para aonde quiser. Essa multa só é estipulada para os jogadores que têm contrato com o clube. Estes estão seguros, ou que não têm, não estão.

- O Botafogo é dono do Caio? Da multa de 6 milhões de Euros, quanto irá para o Botafogo numa possível futura venda? Quem escolhe quando o jogador será vendido?

Aliança Alvinegra: O contrato do Caio está dividido em 60% para o Reinaldo Pitta e 40% para a CPE. O Botafogo terá direito a um percentual do que a CPE ganhar. Só não sei se, pelo contrato, o Reinaldo Pitta pode decidir vender sozinho. Acredito que não.

- Li num comentário que o Presidente pagou 30M em dívidas ano passado. Como ele fez isso se as receitas já tinham sido adiantadas e o Botafogo estava sem dinheiro? Gostaria de entender isso, pois todos os anos o Botafogo é vitrine para jogadores e acaba lucrando pouco ou quase nada com as vendas. E todo ano temos que refazer o time quase inteiro.

Aliança Alvinegra: No ano anterior, foi feito um orçamento que, acredito,  previa o pagamento desses valores. Creio, também, que boa parte foi renegociada (dívida vencida transformada em dívida a vencer) ou paga com desconto e talvez tenha parte da Timemania nesse meio. Como conceitos contábeis são às vezes ambíguos e têm várias formas de cumprimento, não temos como saber exatamente como esse número foi atingido.

Torcendo por dias melhores!!

Gustavo Hallal

Acreditamos ter respondido as dúvidas, AA.

apenas R$ 5 mil por jogo e mais uma quantia de quadro móvel, que varia conforme o público esperado para a partida: até 10 mil torcedores seria de R$ 10 mil; de 10 a 25 mil o valor é de R$ 20 mil; e acima de 25 mil seria de R$ 35 mil”. Neste valor estão incluidos iluminação, apoio ao controle de acesso, segurança, manutenção e limpeza, orientação do público e ambulâncias, além de 80% do arrecadado com estacionamento, e 60% do valor consumido baseado em uma média de consumo por torcedor de R$0.40. Ainda inclui também o uso do telão para inserções comerciais e 10 camarotes para comercialização do clube mandante.

Papai Joel e o Início da Redenção

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 - Postado por Late Cachorrada

Post enviado por João Paulo Vasconcellos, poucas horas após nossa grande vitória em plena Quarta-Feira de Cinzas.

Nota: A Aliança Alvinegra não se responsabiliza pelo conteúdo dos posts de colaboradores. São posts que achamos interessantes, relacionados ao blog e que representam a voz de nossos usuários. Os textos postados são publicados na íntegra, sem qualquer edição. As opiniões postadas são de exclusiva responsabilidade do autor e nem sempre refletem a opinião da Aliança Alvinegra.

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Acabo de chegar em casa de um Maraca com poucos Botafoguenses. Apenas aqueles verdadeiros. Foi lindo. Silenciamos o Maior do Mundo com o entalado grito da vitória. Um time tecnicamente inferior e um meio de campo inexistente. Mas também um técnico pé quente, um Loco gigante que sabe usar a cabeça e um garoto promessa cuja estrela brilhou mais uma vez. Eu acredito neste samba. Vencemos o Flamengo!

Que venha o Bacalhau!

Sds Alvineras!

João Paulo Vasconcellos


Alvinegros verdes e amarelos

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 - Postado por Late Cachorrada

Dando sequencia a nossa série de colaborações, segue um post do Francisco de Andrade Figueira, irmão do nosso ilustre companheiro de blog Marcelo. Um texto longo porém inteligente que resgata todo nosso orgulho de ser alvinegro.

Nota: A Aliança Alvinegra não se responsabiliza pelo conteúdo dos posts de colaboradores. São posts que achamos interessantes, relacionados ao blog e que representam a voz de nossos usuários. Os textos postados são publicados na íntegra, sem qualquer edição. As opiniões postadas são de exclusiva responsabilidade do autor e nem sempre refletem a opinião da Aliança Alvinegra.

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Os sociólogos usam uma expressão curiosa para designar um dogma, algo que sustenta toda uma fé, o “mito fundador”. Este teria a função de basear todo um conhecimento, uma união, um sentimento ou uma aceitação. Este não teria função prática, e só a teria. Se tornaria inalcançavel por ser verdade, e verdade por ser inalcançavel. Pensando nessa expressão, reflito sobre os times. Muitos dos torcedores se legitimam por números. “Torço para o clube X porque é o que tem mais títulos” ou “Só serve o time Y porque é o que tem mais torcida”. Engano, eles torcem por outros motivos, ligações familiares, amigos que influenciaram, mas o mito fundador serve exatamente para justificar, dar certeza.

Então me pergunto, qual o mito fundador do Botafogo? Se são gloriosos os alvinegros, por quê os são? Muitos justificam na ponte que parecia existir até alguns anos entre General Severiano e a Granja Commary, outros em times da década de 60. Nunca quis isso. Para mim, Botafogo não é número, é sentimento. Quanto mais eu penso, mais eu vejo que, por não querer números, percebo maior ainda a grandeza da camisa alvinegra. Lembrei-me outro dia de uma curiosa história que uma vez vi num texto de João Moreira Salles, salvo engano, e duvido que tenha acontecido entre algum outro escrete. Na verdade, são duas histórias paralelas, que se encaixam tão perfeitamente que parecem obra do divino. O Brasil e o Botafogo.

Nascido em 1898, o Botafogo de Regatas olhava para o Atlântico. Passeava pela Baía de Guanabara e voltava. Este era o Brasil elitista, sempre se esquecendo do seu interior, sempre olhando para o outro lado do mar. E, vizinhos e coabitantes, existiam outras metades. O Brasil do interior nascia da necessidade um sonho, de uma luta contra a fauna e a flora desconhecidas, a necessidade de sobreviver. O Botafogo Football Club também nasceu de um sonho, da vontade de jogar bola, de meninos que criaram um club sério feito para brincadeiras. As duas histórias começaram parecidas e assim continuaram. Os meninos, sonhadores natos, criaram logo uma equipe vencedora.

1910

Em 1910, já tinham a alcunha de Gloriosos, e em 1911 compraram uma briga com gente muito maior. Sairam da Liga Metropolitana, viveram de amistosos. Na mesma época, o Brasil de dentro se revoltava. Pela primeira vez desde o início da política do Café com leite, a troca entre mineiros e paulistas era quebrada. Os paulistas e os cariocas apoiavam Rui Barbosa, candidato de elite, famoso intelectual. O Brasil de dentro apoiava o marechal Hermes da Fonseca. Pior para os cariocas, ganhou o militar que tinha como vice Venceslau Braz, nome da rua que passa pela nossa sede. Logo, porém, o Brasil de dentro também comprou brigas, veio a Revolta da Chibata, pois o militar não fazia valer seu compromisso com seus eleitores. Para piorar, Fonseca fez aliança com Pinheiro Machado, hoje rua que leva aos tricolores, para governar o país. Forçou interventores militares em alguns estados, endividou mais o país. Assim como o Botafogo de Football, o Brasil de dentro queria seriedade. Teve que esperar mais tempo.

Veio a década de 20, perdida para o Football e para o de dentro. Era a preparação para algo muito maior, a grande mudança. 1930. A revolução. Brasil conseguiu acabar com o elitismo de paulistas e mineiros, assumiu uma nova ordem o presidente salvador, Getulio Vargas. Enquanto isso, nos campos, o Botafogo de Football fazia história, o primeiro e único clube carioca a ser tetracampeão estadual. Tetra de verdade, seguido. Seguiu-se um longo periodo de vitorias. Chegou a nova estrela, Heleno de Freitas. Getulio uniu elites, operariado urbano e burguesia num acordo de mestre, em prol do desenvolvimento da nação. Também nessa época os Botafogos se uniram. Criado o Botafogo de Futebol e Regatas. País e clube com um só corpo, mas não com uma só voz. Assim como a que ocupava o Palácio do Catete, a estrela galanteadora brilhava demais. Com ela em campo, o alvinegro conquistou vitórias inesquecíveis, o jogo do senta no Flamengo, golaços no Fluminense, mas ela ofuscava a verdadeira estrela solitária. Não conseguiu titulo por culpa do craque. Getulio também se provou brilhar demais. Tornou-se ditador e salvador, fez as reformas estruturais, mas também não admitia outros brilhos. Flertou com o integralismo, como Heleno flertava com o Fluminense, mas abandonou a traição antes de se comprometer, como Heleno e os tricolores. A situação era insustentável, General Severiano teve que se desfazer de Heleno, mandado a Buenos Aires, mas não sem lagrimas no aeroporto. Também o Catete se desfez de Getulio, enviando-o para os pampas cuidar de seu gado.

1957 bota 6 x 2 flu e campeão

Nascido os novos Brasil e Botafogo, era hora da expansão. A nova República e o time de General Severiano seguiram caminhos de vitórias. Começou a germinar a geração vitoriosa de Nilton Santos, chegado em 1948, e a de JK, já governador de Minas. Daí, só ascenção. Conquistas com Didi, Garrincha, Manga, Amarildo, e tantos outros. Desenvolvimento puro. No Brasil, também se fazia a marcha para frente. Anos áureos os 60. Titulos mil, finais como a de 1957, 6 a 2 nos tricolores, a de 1963 sobre o Flamengo, Garrincha fazendo a festa. Este paralelo é fácil, não precisa de grandes detalhes. E mais uma vez, o destino se mostrou preciso na comparação. O golpe militar que institui a “ditabranda” acontece no mesmo ano da aposentadoria de Nilton Santos, o maior símbolo alvingro. Porém a época de glórias seguiu mesmo que sem a mesma exuberância, a segunda geração no Botafogo ainda brilhava. Gerson, Jairzinho, Rogério e Caju. A Taça Brasil de 1968, conquistada no ano seguinte, foi último titulo dos anos vencedores do alvinegro.

1963 outra

Logo depois, 1969, a “ditabranda” brasileira apertou os parafusos. O pau começou a comer, a cobra a fumar e cuica a roncar. Época triste, muitas perdas. 21 anos de derrotas para os dois lados. Botafogo se desfez de General Severiano, de Marinho Chagas. O Brasil, dos direitos individuais, da liberdade do papo de chopp.

Também nas tristezas existem paralelos. Depois de tantas perdas, a vitória também chegou junto. 1989, primeiro titulo depois da seca para o alvinegro, também aconteceu o ano da primeira eleição presidencial direta depois dos anos de medo. A festa nas ruas foi preta, branca, verde e amarela. O Botafogo seguiu seu caminho de titulos, 1990, bi-carioca, 1993, mercosul. O Brasil se mostrou amadurecido, o primeiro presidente sofre impeachment, prova da força das instituiçoes. Cortar da própria carne dói, assim como foi doída a perda do campeonato brasileiro de 1992. A inflação continuava solta, por isso o Botafogo teve que esperar comemorar o titulo nacional. Em 1994, eleito FHC, o presidente que acaba com o fantasma da desvalorização.

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Em 1995, o manequinho se veste de novo, campeão brasileiro com mérito. Seguiram os títulos de 1997, carioca e de 1998 Rio-São Paulo. Em 2002, o medo rondava terras brasilis. Nova crise surgiu ao horizonte, a desconfiança com a provável vitória de Lula. O metalurgico conseguiria comandar o Brasilzão? O Botafogo sentiu o medo e cai para a segunda divisão. Mas logo passou. O próximo ano já trouxe de volta a segurança, a ameaça de crise sumiu e o Botafogo voltou à primeira divisão. No entanto, urge reestruturar o clube e o país. Programas de redistribuição de renda criaram um país mais igual e nova administração tornou o clube mais sustentável. O Botafogo penou, mas conseguiu finalmente em 2006 o título carioca simbolo desse renascimento. Porém, um mal ainda assombra, a corrupção. O país sofre com mensalões, desvios de verbas, problemas sérios que parecem estar na raiz da alma brasileira. Os alvinegros também sofre com a corrupção. Fala-se da governabilidade e de chororô, fala-se que está perdido, aos homens bons aconselha-se fugir da política e do futebol.

Mas os alvinegros não ouvem. Insistem, sofrem com roubos escanrados, vão contra o mundo e apanham. Mas, como meninos do Largo dos Leões, são sonhadores natos.

Francisco de Andrade Figueira


Sem ambição não iremos a lugar algum!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 - Postado por Late Cachorrada

CachorroFeliz

Dando início a nossa série de colaborações, começamos com um post do Chico do Bonde da Norminha, fiel seguidor do blog e que sempre comenta nos posts, participando ativamente dos debates aqui lançados.

Nota: A Aliança Alvinegra não se responsabiliza pelo conteúdo dos posts de colaboradores. São posts que achamos interessantes, relacionados ao blog e que representam a voz de nossos usuários. Os textos postados são publicados na íntegra, sem qualquer edição. As opiniões postadas são de exclusiva responsabilidade do autor e nem sempre refletem a opinião da Aliança Alvinegra.

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Fala galera da Aliança!

Todos os anos, há muito tempo, que vemos o Botafogo se armar, no início do ano, com jogadores medianos, pra não dizer medíocres…todo o ano é a mesma coisa : aposta-se sempre no BBB – bom, bonito e barato. Pelo visto, criamos até uma certa sabedoria neste mercado. Se levarmos em consideração que praticamente “alavancamos” a carreira de mtos jogadores, que antes de vestirem o manto que já foi de Mané, Didi, e NS, nunca haviam despertado grande interesse no futebol nacional : Jorge Henrique, Maicosuel,Túlio, LF, Renato Silva, André Lima, Zé Roberto – dentre outros. Todos eles saíram prestigiados no mercado para outros clubes. No entanto, a impressão que dá, é que entra ano, sai ano, iniciamos o Carioca como a 3a ou 4a força do futebol carioca . Falta ambição às diretorias que nos regem, faltam planos coerentes e efetivos, como Sócio Torcedor e a viabilização do Engenhão – planos que, pelo visto, continuarão nesta gestão a serem adiados. O Estevam não é , nem nunca será um bom nome para o Botafogo – assim como o Ney FraCo tb não era. O Botafogo já foi treinado por João Saldanha e Zagallo. Não me venham com Estevam Soares. Joel Santana não faz nem sombra aos nomes mencionados logo acima, mas já provou ser mto mais vitorioso que nosso ex-Barueri. Além disso, Joel têm sangue, coisa que há 3 anos falta ao Botafogo. Perder com garra, perder pois o rival foi superior é uma coisa. Vide nossas derrotas para o Santos de Pelé nos anos 60, para o framerda de Zico nos anos 80 ou o próprio Wasco de Dinamite… Agora, perder como perdemos no domingo, de forma apática, sem vergonha, sem o mínimo de respeito ao torcedor, isso sim não têm como aceitar. Infelizmente, essa acachapante derrota é o retrato desta diretoria omissa, covarde e vendida que assumiu o Botafogo. Fora Maurício Assunção e Anderson Barros.

Um abração,

Chico (Bonde da Norminha)