jobson
Maçã alvinegra
“And no, we don’t know where it will lead. We just know there’s something much bigger than any of us here.” (E não, não sabemos aonde isso nos levará. Só sabemos que existe algo muito maior que qualquer um de nós aqui).
Que Jobson entenda essa frase de Jobs e que volte a ser aquele menino abusado no campo, com cabeça de homem fora dele!
Jornal Velho
Há um evento estranho acontecendo na cidade do Rio. Não sei explicar direito, parece que os jornalistas estão em greves, mas só os de esporte, e também só os que cobrem o Botafogo. Parece que declararam em conjunto, não sei qual o motivo nem qual as exigências.
E vejam só, a velha imprensa, com suas artimanhas, já conseguiu superar a crise, e aplicou um Ctrl + C e Ctrl + V nas novas alvinegras. As manchetes, as matérias se repetem em ciclos, duas vezes por semana cada notícia. Hoje foi da vitória contra o Galo de novo. Outra que anda repetida é a da contusão do Loco. Tem também as antigas que eles resolveram ressucitar, principalmente a do Jobson, nosso menino craque, sendo expulso de um clube.
Peço aos jornalistas, que voltem a trabalhar. Porque ler em jornal velho é quase bater em cachorro morto, e não tem a menor graça.
Ainda fazendo molecagem
Se arruma logo, muleque. To voltando a torcer por você. Que mês que vêm os médicos e juízes saibam julgar também teu futebol.
Boa, Anderson Barros
Calma pessoal! Não estou aqui pra fazer apologia ao pior gestor de futebol da historia da bola. Estou aqui pra dar os parabéns pela unica coisa boa que fez ao Botafogo. Não aceitar a volta do Sr. Jobson. E a manchete do globoesporte.com já diz tudo.
Ao Jobson, que você pelo menos dessa vez cumpra com sua palavra e NUNCA mais volte a falar do Botafogo e muito menos peça pra voltar pra cá, seu chincheiro, maconheiro e ingrato. Depois de duas chances, e duas cagadas, você ainda tem coragem de falar que foi desrespeitado pelo Botafogo? Não, você não é louco. Pra isso temos o Abreu. Você é um viciado, drogado, que precisa de ajuda, que poucos vão oferecer. E mais uma vez, mostrou sua ingratidão ao ÚNICO clube que te acolheu duas vezes quando você passou aperto. Já tinha fechado com o Palmeiras no fim de 2009. Depois, foi pro Atlético-MG soltando o grito no Glorioso. E agora, porque não conseguiu voltar pra ficar na molezinha do Rio de Janeiro, vem falar que foi desrespeitado? Não ganhou o doce e deu xilique?
É por isso que agradeço ao Anderson Barros, e só dessa vez mesmo! Mantenham esse marginal longe do meu Glorioso. Um talento que mais uma vez será jogado no lixo porque acha que está acima de tudo e de todos. Conheço o bigodudo do Bahia e na primeira escorregada no Pelourinho, vai rodar! E não venha jurar que ama o Botafogo, pedindo pra voltar! Fique longe daqui!
Saudações
Caricatura por Marcos Bittencourt
Abre o olho, Joel!
Ano passado, Felipão fez tudo para ter Jobshow. Ontem, já cresceu o apetite falando do Loco. To achando que o cara quer mesmo é treinar o fogão inteiro!
Já vai, já?
Passarinho que está sobrevoando GS sente “cheiro” de fim de linha pro nosso menino travesso….
Três pontos sobre um time sem pontas.
Já falaram do jogo por aqui e quem viu pode tirar conclusões próprias. Também não gostei, mas três coisas me impressionaram:
1- O frio de Teresópolis pede uma marvada para aquecer. A barriga do Joel parece que duplicou…
Brincadeiras a parte, não culpo ele, o time se perdeu sozinho.
2 – Menino Jobson entrou e fez uma jogada… mas uma jogada… Pegou a bola no meio de campo, foi prum lado, voltou, driblou uns cinco, invadiu a área e sofreu o penalti não marcado. Não para culpar o juiz, mas se aquela bola entra, o jogo era nosso. Com espaço, o menino mostrou a que veio. Depois ficou enfiado na ponta, e toda vez que dominava a redonda tinha alguém em cima.
3 – Eu realmente não entendo o que a torcida tem contra o Lúcio Flávio. Ou eu não sei nada de futebol, ou as pessoas tão de sacanagem. Tem gente que vai pro estádio xingar os outros, isso é comum, mas o Lúcio parece que tem Judas no nome. O cara não acabou com o jogo, mas é óbvio que o time joga com ou ao entorno dele. Ele é o ponto de gravidade, constrói o nosso meio de campo. Sem ele, o time virou duas linhas, uma na zaga e outra no ataque. Todo mundo enfiado, ninguém para distribuir, ninguém para organizar. Ele pode não ser essa coca-cola toda, mas meu deus, o cara é o mais importante, a referência em campo. Prefiro ele parado para que o Alessandro saiba para onde correr do que ele no banco e o time com 15 atacantes enfiados.
Pontas perdidos pelo tempo
Os clubes tem alma. Não simplesmente torcida, camisa e presidente, os grandes costumam ter um espírito. Os alemães dizem que cada época tem seu zeitgest, ou o espírito do seu tempo, e este seria o exemplo que representa toda aquela vida. Talvez baseado nisso, sempre acreditei que o time do Botafogo tivesse de se comportar segundo o espírito alvinegro.
Antes de tudo, jogar pelas pontas. Se o futebol moderno acabou com os pontas clássicos, pode-se ver o ressurgimento dos jogadores de efeito, além do simples corre-pra-linha-e-cruza (nada contra, Alessandro). E o Botafogo, não preciso nem dizer, foi um clube de grandes pontas, muito mais que cruzadores.
O Jorge Henrique foi o primeiro dos novos pontas. Não era nem atacante, mas verdadeiro lateral-esquerdo-ponta-direita. Contudo não se pode negar que ele foi o primeiro nos anos recentes a ocupar bem aquele espaço lateral. Depois que ele se foi, dois surgiram num mesmo ano: Jobson e Maicosuel. Os dois o mundo levou, um o dinheiro, outro as drogas.
E, no ano que corre, surge nova promessa. Dessa vez não é ponta, lamento dizer, mas meia-atacante que corre para dentro, drible fácil e pé de coelho. O Caio chegou a jogar no time do segundo tempo como ala direita, voltando para marcar, mas não como jogador que explora aquele espaço ao lado da área. Por isso, o talismã é ponta-de-lança e dos bons.
A volta dos novos pontas Magosuel e Jobshow, se confirmada, não significa simplesmente retorno de jogadores que levantam a torcida, mas também o retorno dos nossos pontas.
Bem-vindo de volta, espírito alvinegro.


