Manager

Cavando o buraco

O futebol brasileiro está fadado ao fracasso! Um jogador problemático, que parece estar disposto a mudar de atitude, quer ter uma segunda chance no único clube que se dispôs a ajudá-lo, não sabe se terá essa chance, porque um político corrupto quer ficar fazendo doce e arrancar até a ultima moeda do Botafogo.

Sim, o futebol hoje é movido por dinheiro, mas aonde está o lado humano do jogo? Muito se fala em fair play dentro de campo, mas como explicar a falta de ética que invade as negociações do futebol nacional. Entendo que existe um mercado, onde os clubes negociam seus jogadores e como qualquer negociação, quem pagar mais, leva. Mas o jogador, não tem nenhum poder de decisão de onde vai parar? E os dirigentes, pensam em algum momento se a transferencia para um clube A ou B vai ser melhor pro jogador e não só pro seu bolso?

O Botafogo foi o único clube que desde o inicio, apoiou Jóbson. E agora vem esse projeto de presidente de clube, renomado safado da política brasileira, que deveria estar atrás das grades depois do que fez, querer leiloar o garoto logo pro Flamengo? O cara acabou de ser punido por uso de cocaína, está querendo se levantar, e querem mandar ele pra cova dos leões? O Flamengo hoje é mais lembrado pelas páginas policias dos jornais que pelo seu merecido título brasileiro do ano passado. E ainda querem mandar o menino pra lá?? Realmente não entendo mais nada…

Se não der certo a negociação, sinto pelo Botafogo. Mas também por Jóbson, que já deu o primeiro passo para mudar, ao admitir o vício e procurar o tratamento. Infelizmente, casos como esses são comuns no Brasil e é mais um que por estar nas mãos das pessoas erradas, pode acabar caindo no esquecimento e pior, voltar pro buraco que quase acabou com sua carreira.

Saudações

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sexta-feira, junho 4th, 2010 Marc Guerin 5 Comentários

Os Dias do Fico

xadrez1Joelzão conquistou o Estadual à frente do Fogão e, apesar de muito velho conhecido dos boleiros cariocas, virou objeto de cobiça maior dos molambos e dos florzinhas.
Pois bem. O jogo de xadrez da semana da comemoração ocorreu da seguinte forma: Botafogo campeão no domingo e a molambada hesitando na Liberta (como diria o chavão jornalístico: criiiiiiise na gávea!).
Diante desse cenário, os flores, que não são bobos, mexeram o primeiro peão demitindo o Cuca já na segunda-feira. Por baixo dos panos, esse movimento teve um único objetivo: impedir que dona muriçoca voasse para a gávea. Começaram a negociar alto e o acerto está prometido para hoje, domingo.
Então, veio o ato dos molambos, esperado por todos: executaram uma torre e um bispo e, ainda prometeram que ia sobrar para um asno. Depois da crise, das lágrimas e dos batuques, fizeram o óbvio: entendendo que só um paizão-boleiro adestraria as víboras no próprio ninho, ligaram para o Léo Rabello. Conhecendo que o trabalho no novo manager seria hercúleo, e tentando se aproveitar disso, ofereceram $ por resultado obtido na Libetadores.
Em seguida, chegou vez do Botafogo usar todas as suas peças para um ataque duplo. O Rei Assumpção orquestrou o golpe: Torre Silva e Bispo Barros fizeram e mantiveram a proposta e os peões El Loco Abreu, o Talismã Caio, o viado do Somália, LG e LF apelaram para o lado sentimental do Papai Joel. E antes mesmo de começar o jogo, a atuação mais destacada foi do Fahel.
Na manhã de sábado, o Coach escutou o coração e foi convencido de ficar. Faltavam apenas o anúncio, depois de uma conversinha com o seu empre$ário, Mr. Rabello, e um “muito obrigado, mas…” para a presidenta molamba que em breve virará alvo do Greenpeace por tentar a aniquilação dos asnos na propriedade de Adriano.
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Nova alegria Gloriosa em cima da molambada, já no final de semana seguinte ao título. Hoje, todos ao Engenhão comemorar com o Joelzão, que não poderia ficar de fora da festa.

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domingo, abril 25th, 2010 Marcelo Figueira Nenhum Comentário

Joel

Vindo para o Centro hoje de manhã, Joel Santana passa por mim na esquina da Joaquim Nabuco com a Atlântica. Enquanto ele caminhava com óculos escuros estiloso, não me contive e perguntei: “e aí Joel, vai fechar com o Fogão?”. Ele apressou o passo, olhou para mim com um sorriso maroto no canto da boca e respondeu: “não sei de nada ainda…”.
Em 2010 tenho dois desejos que considero factíveis: (i) acabar com esse estigma de vice e ser campeão carioca em cima dos mulambos e (ii) classificar para a Libertadores em 2011. E justamente para atender a primeira vontade, não vejo dando sopa no mercado ninguém melhor do que o Natalino. Já para atender a segunda, penso que a classificação para a Libertadores decorre de sucesso na execução do planejamento feito hoje, pela Diretoria.
Diante dessa matreirice carioca do Joel, mudei meu voto: em vez do Carpeggiani, quero o Joel para manager alvinegro em 2010.

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quinta-feira, dezembro 10th, 2009 Marcelo Figueira 5 Comentários

Dono do meu destino

Ontem, não pude assistir o início do jogo, pois em Miami, estamos com 3 horas de diferença do Rio e ainda estava no trabalho. Ao chegar em casa, ligo meu computador e coloco no JustinTV – salvação para quem não tem Globo por aqui, que é meu caso. Quando lá pelos 20 minutos do segundo tempo, se não me falha a memória, escuto o repórter de campo: – O Botafogo começa a fazer planos para o ano de 2010 caso se mantenha na série A, e pensa em trazer um jogador capaz de lotar estádios…Vai lá fulano, sigo depois desse ataque do Botafogo…
Com essa pequena pausa minha cabeça estava a mil e pensei com meus botões…. que legal seria isso, com Fred, Adriano e Ronaldo jogando aqui, e Copa do Mundo no ano que vem, poderíamos realmente sonhar alto, afinal de contas, a nossa diretoria vem aprendendo com os próprios erros. Terminada a jogada, escuto:

O Presidente Mauricio Assumpção – figura pela qual tenho admiração, por não ter tido nenhuma experiência política anterior e, apesar disso, ter dado a cara para enfrentar uma situação, no mínimo desafiadora – se reuniu essa manhã no sul com o agente do jogador Roger, que está nas Arábias e com o Assis, ELE MESMO, irmão do Ronaldinho Gaúcho…. PRONTO, meu queixo caiu. Parecia que o tempo tinha parado, sabe, que nem filme mesmo…. Não sou tão fã do Roger, mas o rapaz joga bem, além de jogarmos na mesma posição … heheheh.. Agora, pode falar o que quiser do Gaúcho, querendo, o menino sabe o que fazer. Dormi nas estrelas, há tempos não sonhava tão longe, em se tratando do nosso time.

Bom, ao acordar, abro a página do Lancenet, ou Globo, sei lá,  me deparo com o seguinte texto:
O presidente Maurício Assumpção se reuniu com Assis para tratar de um convênio do Botafogo com o Porto Alegre Futebol Clube.

Rááááá!!! Pegadinha do Malandro….Alguém por acaso já ouviu falar de alguma revelação do futebol Brasileiro vindo do Porto Alegre Futebol Clube? Eu não. E do Botafogo do Distrito Federal? Também não. Onde quero chegar com isso? Qual o motivo de fazermos convênios com times de pouca expressão para troca de jogadores? Só nos serve para despachar os que não são aproveitados no elenco profissional, e que NUNCA deveriam ter sido contratados, vide Jean Coral, Ricardinhos e Tonys da vida.

O Cruzeiro por exemplo, tem convênio com o Vitória, grande formador de jogadores. Isso sim funciona. Ou então, vira a moeda e trata de assinar convênios com grandes equipes européias e deixa eles repassarem jogadores, pagando os salários, para que peguem experiência jogando na América do Sul, em um time com tradição. Com certeza será mais benéfico. Acordo para emprestar jogador que anda encostado, nada mais é que um atestado de incompetência de quem contratou, salvo algumas exceções.

Precisamos olhar o nosso passado Glorioso e buscar um futuro melhor. De nada adianta hoje olharmos onde estamos, porque senão, acabaremos acomodados.

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quinta-feira, novembro 5th, 2009 Gustavo Pecego Nenhum Comentário

Alguém quer ele de volta?

Ney Franco fala em saudades do Botafogo.
Confesso que hoje tenho saudades dele, apesar de há quatro meses ser favorável a sua demissão.
Analisando setorialmente, nossa defesa era bem mais compacta; nosso meio, outrora sem criatividade, não mudou muito, salvo pela escassez de pessoas que o ocupam; e nosso ataque segue improdutivo. Como disse o PVC, ele deixou o Botafogo em 15º e, naquele momento, faltou visão para entender que ali é o nosso limite.
Superei parcialmente o problema que nele enxergava sobre a formação do grupo atual. Se a diretoria pegou o time com pouquíssimos jogadores, uma ação rápida e em curto espaço de tempo era imprescindível. A saída encontrada foi trazer pessoas com quem que já haviam trabalhado com ele, porque mais fáceis de convencer.
Sobre o Estevam, ontem o vi instruindo o Jóbson. Se sou bom em interpretação de gestos, era para nosso ex-futuro ídolo promover uma correria ali na frente. Pela desmunhecada, era uma correria geral, por  todos os lados e todos os espaços. Naquele momento percebi que a vaca já estava no brejo com lama até o pescoço.
Acredito que agora, no Nacional, ficar acima do 17º seja questão de sorte…

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quinta-feira, novembro 5th, 2009 Marcelo Figueira Nenhum Comentário
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